quarta-feira, 13 de outubro de 2010

TUBARÃO



"No mergulho interno
Se descobre o bicho.
N'alma o inferno astral
Riscado da lista.
O que é isto?
Estereótipo colocado
Designado, debochado!
Gente pior disfarçada
de casal prepotente.
Sabe-se lá quem é valente!
Gente como a gente
Que vive na escuridão
Sente prazer e come como cão.
Saboreia a língua morna
A viver feliz e contente.
Morra, morra....
A discriminação!
Sei lá de quem são.
São tantos!
Que até nos cantos
Se rebelam os escondidos
Desvanecidos dos apelidos.
De qualquer um a semente
Que come
Que sente
E é feliz
Sem ser meretriz
Sem vergonha
Sem cicatriz."


Emiliano P. Véras

TEMPO, TEMPO, TEMPO

A despedida " até logo!",  fortalece a paz que voltaremos  a qualquer hora nos encontrar.  A sonda os segundos, os minutos,...