quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

MALDITO




No âmago das grandes desventuras
Não tinha outrora encontrado
Dissabor tão febril,
Marcado com sangue de um verme podre,
Que a pior das carnificinas rejeita!
Nem os abutres saciaram o seu desejo,
Quando na áurea, só espinhos e vísceras.
Maldito és tu, possuidor
Do núcleo do desprazer.
Que o mal que circunda teu espírito
Afogue na larva escaldante
Todas as tuas aventuras perigosas
Para a insana inocência alheia.
E teus pecados sejam reconhecidos
E punidos na porta do inferno.

Emiliano Pinheiro Véras

TEMPO, TEMPO, TEMPO

A despedida " até logo!",  fortalece a paz que voltaremos  a qualquer hora nos encontrar.  A sonda os segundos, os minutos,...