segunda-feira, 23 de agosto de 2010

MORTE SÚBITA


Há uma imensa vastidão,
Percorrendo mares de solidão.
Paro, grito, choro.
Não tenho forças para continuar!
Como posso me levantar?
Se não tenho uma mão para me sustentar!
O caminho, torna-se longo.
Meus passos ficam pesados.
Meus olhos ardem.
Minhas pernas tremem.
Fico andando entre círculos,
Onde o núcleo é você.
Que foi um dia.
Sem poder me dar um abraço.
Sem poder me dizer o porquê.
Apenas me levando na lembrança.
E me deixando o Adeus.
Lembro comigo teus olhos tristes.
E levanto no lembrar,
que continuo a caminhar.
Com a certeza de um dia te encontrar."


Emiliano Pinheiro Véras

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