quarta-feira, 30 de outubro de 2019

ANJO CAÍDO



Caído aos ventos, 
levando-se ao ápice da loucura.
Brisa de maré mansa. 
Sou fermento do bom clímax. 
Sou atitude do corpo e da alma. 
Intenção das marés, 
a fuga de um ladrão. 
O sorriso apaixonado 
de uma criança perdida. 
Abito em meio tão simples 
e delicado todo coração. 
Caminho como pólen, 
transmitindo solução 
para qualquer das solidões. 
Sou o tempo que vem 
e o que passou. 
Deixando em meu rosto 
um vendaval, 
depois brisa calma 
e simbólica que só assim 
regenera e cura.

Emiliano Véras e Levi Lopes

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