segunda-feira, 28 de outubro de 2019

PARANOIA



Descendo do céu, 
finco no mundo de escuridão, 
maneiras, parâmetros, 
sombras de alusões. 
Corpo mestiço de veneração. 
Dogmas de castigado, 
momentos únicos 
da retina de uma porção. 
Cristal da profecia 
da mente de aniquilações. 
Vibrações celestiais. Brilham?
Piscam no inconsciente puro, 
sem algemas, sem precipícios 
de nitidez clara e calma. 
São os ruídos, 
as manifestações da mente conturbada 
e doentia que me enlouquece 
desde a saída até o final desde túnel. 




Emiliano Véras e Levi Lopes

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